Olá pessoal! Depois de quase duas semanas sem postar nada, estou de volta. Em parte, a culpa é do fato de que comecei a malhar na semana passada. Esse negócio de academia cansa (e dói nos primeiros dias). Andei chegando tão cansado em casa que não tinha ânimo para escrever.
Agora que meu corpo já está se adaptando ao exercício físico (afinal, foram 10 anos de sedentarismo), voltei a me animar. E, para retornar, resolvi escrever sobre o debut solo do rebelde sem causa Julian Casablancas, dos Strokes.
Adoro os Strokes, embora ache um puta exagero essa coisa que a imprensa dizia sobre eles serem a salvação do rock. Dude, o rock não precisa de salvação. O que precisava de salvação (e vira e mexe precisa) era o mercado fonográfico. Não vamos confundir as coisas, ok?
Enfim, sendo fã dos Strokes (tenho os três álbuns originais, fora uns três bootlegs), achei que valia a pena conferir o que o jovem Julian aprontou sozinho. Li muita coisa na internet a respeito. Para variar, a imprensa criou mó climão em cima do lançamento. O próprio Casablancas soltou um teaser no You Tube criando mó expectativa. Quando vi o teaser, pensei: “Caralho, esse disco vai ser do cacete”. Deu até um arrepio! Tinha jornalista e blogueiro falando que o disco estaria na lista dos 10 melhores lançados em 2009.
Ok, ouvi o álbum. Mais uma vez a imprensa exagerou. Assim como fez com os Strokes. Antes que me atirem pedras, please, entendam: os Strokes e Julian Casablancas são fodas, são bons, mas não são os gênios que a imprensa alardeia. No caso de Phrazes For The Young, o que posso dizer é que é um bom disco, um álbum legal. Em alguns momentos, lembra sim os Strokes. Mas a maior parte das faixas mostra que Julian adora os anos 80 e aqueles tecladinhos.
Phrazes For The Young é compacto: são apenas oito faixas, cada uma com uma média de quatro, cinco minutos. Tem um clima totalmente anos 80, meio espacial (tipo Perdidos no Espaço, sacas?), meio etéreo. Eis o faixa a faixa:
01) Out Of The Blue = O álbum abre com uma música meio aceleradinha. Sorry pela comparação, mas me lembra Someday (de This Is It). Tem um clima legal.
02) Left & Right In The Dark = Back to the 80′s buddy. Tem um climinha totalmente oitentista. Acho que curti, mas depois de uns dois minutos fica enjoativa.
03) 11th Dimension = Mais anos 80. A introdução até parece música da Madonna na época de Material Girl e Holiday. Essa música já tem até clipe e tal.
04) 4 Chords Of The Apocalypse = Novamente, sorry pela comparação, mas parece On The Other Side e 15 Minutes (do First Impressions Of Earth). Tem umas paradinhas na música que remetem a um lance meio anos 50, inclusive o solinho de guitarra depois de dois minutos. Canção bacana, gostosinha de ouvir.
05) Ludlow St. = Eu esperava mais dessa música, porque a introdução dela aparece no teaser do álbum. Lance celta, sacas? Meio etéreo, entende? Mas depois da introdução vem uma coisa meio folk. Ficou uma mistura meio doida, mas acho que funcionou.
06) River Of Brakelights = A introdução é bem eletrônica, cheia de tecladinhos a la Depeche Mode e New Order. Mas depois a música fica chata. Fica parecendo um drum ‘n bass. Não curti.
07) Glass = Outra viagem aos anos 80. A introdução é legal, aí quando a voz do Julian entra fica meio chato, mas depois, depois de um minuto e trinta segundos, fica mais interessante. No geral, é gostosa de ouvir, tem um clima bacana.
08) Tourist = O álbum fecha com um lance bem diferente. A batida é meio arrastada, mas a guitarra é bem legalzinha. Eu acho mó engraçado os teclados, soam meio espaciais.




1 Comentário
Dri Viaro disse:
22/01/2010
Oi, passei pra conhecer o blog, e desejar boa tarde
bjsss
aguardo sua visita :)